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Jovem que retirou mais de 20 tumores precisa de doação de sangue em Jaú

Publicada em 10/03/17 as 10:21h por - OndaMix FM - 257 visualizações

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 (Foto: - OndaMix FM)

Como parte do tratamento de uma síndrome rara que faz com que tumores se espalhem pelo corpo, a moradora de Jaú (SP) Mayara Gromboni, de 19 anos, precisa de doações de sangue para controlar a taxa de hemoglobina no sangue. Por isso, a jovem começou uma campanha nas redes sociais para incentivar a doação.

Mayara faz tratamento contra uma síndrome rara  (Foto: Mayara Gramboni/ Arquivo pessoal )Mayara faz tratamento contra uma síndrome rara
(Foto: Mayara Gromboni/ Arquivo pessoal)

Em 2015, o G1  mostrou a história da Mayara, que devido à síndrome de Le Fraumeni teve que retirar 27 tumores. Na época ela já havia retirado 23 tumores e fazia um tratamento para tentar eliminar quatro que apareceram em um dos braços. Ela fez até uma campanha nas redes sociais para conseguir o tratamento, no entanto, a quimioterapia localizada não surtiu o efeito esperado e ela teve que amputar parte do braço em junho de 2016. (Veja o vídeo no fim da reportagem).

"A grande dificuldade de conseguir bolsas de sangue pra mim é achar anticorpos compatíveis com os que existem no meu sangue", explicou a jovem no seu perfil em uma rede social. Segundo familiares, a jovem tem tipo sanguíneo B+, mas também pode receber doações de sangue tipo B-, O+ e O-.

Quem puder ajudar pode procurar o Hemonúcleo do Hospital Amaral Carvalho em Jaú, que fica na fica na Rua Dona Silvéria, 150. O expediente do hemonúcleo regional de Jaú é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h, e aos sábados, das 7h30 às 12h. Informações podem ser obtidas pelo telefone (14) 3602-1355.

Luta da família
A luta constante pela vida de Mayara começou aos sete anos de idade. A coragem de lutar contra os problemas Mayara aprendeu com o irmão, Marcelo Gromboni, que já teve um tumor na cabeça e hoje leva uma vida normal.

"Ela olha para mim e vê que deu certo. Nós tínhamos uma chance bem pequena e, graças a Deus, não tive sequela nenhuma.  Fiz o tratamento, resolveu, e agora estamos acompanhando ela. Quando você pega o exame e vê que não deu nada, a gente volta para casa em paz", conta Marcelo.

Na casa da família, há uma pilha de exames, como ultrassons, ressonância magnética e tomografia. Eles têm que fazer todos pelo menos quatro vezes por ano.

A mãe dos dois, Selma Gromboni, conta que tem muito orgulho dos filhos e da coragem deles de lutar pela vida. "A Mayara e o Marcelo são pessoas super positivas. A maneira de eles encararem tudo isso para mim é uma resposta muito boa. E quando eu olho em volta e vejo muitas pessoa ajudando, nos acolhendo, a situação se torna menos difícil", finaliza a mãe de Mayara e Marcelo.






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